Mostrando postagens com marcador consumo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consumo. Mostrar todas as postagens

14 de jun. de 2011

Nossa eterna e democrática Paulista

Definitivamente um dos ícones de São Paulo é a intensa, amada e charmosa avenida Paulista. Sempre que conversamos com pessoas, que assim como nós, são apaixonadas por São Paulo, a Avenida Paulista é lembrada com extremo carinho. 

Avenida onde tudo circula: dinheiro, comportamentos, pessoas, tipos diferentes, enfim uma democracia deliciosa impregnada que torna a alma da Paulista rica e eclética. 

Sobre isso, nada se compara a experiência de circular no domingo na avenida onde as pessoas são uma atração a parte. A parte? Será? Tudo e todos, tão diferentes e ao mesmo tempo únicos. Ricos, pobres, a classe média, héteros, gays, skatistas, intelectuais, descolados, fashionistas, pretos, brancos, comerciantes, empregados, garis, palhaços, hare krishnas, espíritas, budistas, músicos, performáticos, covers de Michael Jackson, artistas, loucos, caretas, carecas, enxuranas, darks, coloridos, exagerados, putas, putos, idosos, crianças, cachorros, bebuns, barbies, gringos, vegs, estudantes, ciclistas, maratonistas, enfim, gente de tipos em uma mistura que convive bem e é, aos olhos, um cenário atraente, entusiasmante e curioso. Haja democracia. Viva a democracia. 





Gastronomia, artesanato, cultura, cinema, parque, igreja, pecado, flerte, sacanagem, timidez, indiferença, paquera, o bom e o mau humor, carão, impaciência, tédio, sorriso, sedução, feiúra, normalidade, beleza. Um verdadeiro mix cosmopolita. 





Fotografar ela, ou nela é uma experiência única, farta, rica. 



Por outro lado, este lugar tão amado por todos nós tem sido mal tratado pelo comércio e suas agressivas vitrines que invadiram o lugar. Lojas Renner, Marisa, Mcdonalds, feira das muambas, dos mal educados coreanos. Das obras públicas lindas e negligenciadas pelo poder público. Da iluminação branca e feia que tomou conta da noite.




Se V-Urban pudesse interferir, seria a Paulista das artes, galerias, das livrarias, dos filmes, do jazz, da MPB, do rock, do eletrônico. Seria o único lugar de São Paulo onde existiriam empenas gigantes com grafite e obras de artistas contemporâneos. Mais flores, mais bancos pra sentar, mais segurança, mais restaurantes, cafés, docerias. Só tem uma característica que V-Urban não mudaria, as pessoas, afinal são elas que tornam essa avenida pulsante. 

Viva essa experiência, visite a Paulista nos finais de semana e se alimente da tradição, da modernidade, da vanguarda.


(por Vitor Costa)

21 de fev. de 2011

Retrô Agir

O conceito de retrô significa "voltar para trás" e o mais interessante é vermos nos trabalhos contemporâneos de artistas, publicitários, cineastas, designers gráficos, de produto e de moda o ato de retroagir, ou seja, agir do passado, buscar inspiração, fazer releituras transformando a produção em si em obras modernas e de tirar o fôlego. 
Neste novo post, V-Urban selecionou alguns trabalhos com visões atuais com profissionais agindo do passado como o artista alemão Jan Vormann logo abaixo.

 Dispatchwork, de Vormann, resgata o lego e o mistura ao concreto
Em fotografia, é interessante observar o trabalho de Irina Werning, que lançou uma série intitulada Back to the Future, ainda inacabada.
Irina fotografou diversas pessoas em situações já vividas por elas a anos atrás.
O resultado disso tudo são provocações nostálgicas e emocionais.














Em Invasão de criaturas 8-bits! Jean Patri retroage ao fazer criaturas que "habitam" videogames, como o ATARI, invadir o mundo real.
A animação não é tão recente, mas vale muito apena observar referências a velhos e saudosos games dos nossos tempos de criança. Space Invaders, Pac-Man, e até os famosos blocos de Tetris se encaixando nas saliências dos prédios. Essa é uma animação fantástica com um show visual.

Escrito, dirigido por: Jean Patrick
Diretor de Photograhy: Boucard Matias
SFX por Patrick Jean e convidados
Produzido por One More Produção




Shohei Otomo é para muitos considerado o melhor desenhista do Japão. Chegado em uma certa marginalidade, o seu trabalho “feito apenas com canetas esfereográficas” retrata uma arte retrô futurista.




Em 2011 as revistas apontam que o Estilo dos Anos 50, a Idade de Ouro, é o novo ou “de novo” a tendência da moda retrô, porém sob uma ótica minimalista, na qual a redução e o uso de cores neutras resultam em um produto mais limpo e sem excessos. Está de volta também o look retrô dos lenços com estampas geométricas dos anos 50 e 70, e os adornos com pedras, enfeites esmaltados e laços acolchoados, figuram juntamente com formas essenciais, saltos retos e a limpeza dos detalhes minimalistas dos anos 90, trazendo-nos uma mulher elegante e feminina, mas ao mesmo tempo sóbria e moderna.
No caso da moda, o retroagir é um mix de décadas ...



Minimalista retro Armani
Para os amantes de design, já se tornou prática comum sair a procura de produtos antigos, sejam eles acessórios, roupas, móveis ou qualquer objeto que remeta a uma década específica.
De olho nesses consumidores, cada vez mais as empresas estão retroagindo e criando produtos com aparência antiga só por fora é claro.
A marca americana Big Chill é umas dessas empresas que desenvolve esses produtos com características antigas e ao mesmo tempo tão modernas e eficientes quanto os modelos atuais.
Nos exemplos abaixo conseguimos ver alguns desses produtos com aparência retrô em cores que resgatam as utilizadas em outras décadas.




O retroagir destes profissionais, apesar das releituras, trazem criatividade, humor, bom gosto a nossa vida contemporânea e isso nos deixa muito mais felizes.
(por Júlio M. Silva)

13 de fev. de 2011

Veggie burgers sem discurso

Não. Não precisa sair correndo e fechar este blog rapidinho só porque V-Urban vai escrever sobre sugestões vegetarianas. Não há discurso ambientalista aqui. Apenas sugestões de sandubas sem o uso da carne que além de tudo, está muito mais cara e foi até capa de Veja, nesta semana. O bacana é que finalmente as lanchonetes e restaurantes resolveram ampliar seus cardápios e oferecer pratos e deliciosas opções para quem optou por não comer carne. Abaixo alguns sanduíches deliciosos para todo mundo saborear.



Veggie Burger , do América

Campeoníssimo. Absolutamente delicioso, é montado em pão de hambúrguer integral, leva rúcula, uma suculenta fatia de tomate caqui, mas o melhor mesmo está por vir: um maravilhoso hambúrguer empanado de quinua com cenoura e abobrinha. Vem ainda uma porção de coalhada cremosa para passar sobre o hambúrguer. Dos Deuses e ficou em primeiro lugar no ranking do hambúrguer.Custa: R$ 18,90.

Veggie Burger do América
 
Quitandinha, da Lanchonete da Cidade

Hmmmmmmmmmm... delícia. Hambúrguer de soja que leva cogumelo, castanha do Pará, abobrinha e temperos. No recheio tomate caqui, mussarela de búfala, rúcula e manjericão + o pão de hambúrguer. Esta opção ganhou como o melhor sanduíche vegetariano em Sampa pelo Guia da Folha.Custa: R$ 22,00.

Quitandinha da Lanchonete da Cidade
 
Veggie Burger e o Picanto Burger, da AChapa

O primeiro trata-se de um hambúrguer vegetariano de tofu com ingredientes orgânicos, servido no pão integral, alface, tomate e maionese. Já o Picanto Burger vem no pão sírio e traz hambúrguer de tofu apimentado, tomate, jalapeño (pimenta de origem mexicana) e uma porção de maionese à parte. Ganhou o prêmio de melhor vegetariano no Ranking da Playboy 2010. Custa: R$ 20,00.

Picanto Burger da Achapa
Natureba ou X-Natureba do Burdog

Se você vai tomar um dos mais famosos milk-shakes da cidade no Burdog, pode aproveitar e conhecer o Natureba que vira X, se você acrescentar uma fatia de queijo fresco. Esta opção traz cenoura crua, beterraba crua, alface, tomate e maionese. Custa: R$ 12,00.

X Natureba do Burdog
 Experimente.

(por Vitor Costa)

1 de fev. de 2011

E o dia ganhou um mix de estilos

Que movimento interessante é este que vem acontecendo nesta grande cidade como São Paulo. Se estilo e individualidade na hora de se vestir têm invadido a noite já há alguns anos, este mesmo movimento ganha as ruas durante o dia. E não é preciso ir à Oscar Freire para ver essa mudança, ao contrário... Cortes de cabelo, roupas, acessórios que eram utilizados até com certa rebeldia nos anos 60, 70 e até os 80 agora são usados simplesmente de forma espontânea pra mostrar individualidade. O mercado da moda obviamente contribui para isso, e até a propaganda, mas pela ótica do V-Urban quem mesmo contribui é o design seja ele gráfico ou como produto de moda, as novas séries de TV que têm quebrado com as regras tolas, mas o principal mesmo é o que o vem de dentro das pessoas, a vontade de ser, apenas isso.

óculos compõem visual casual

Com exceção dos adolescentes que ainda precisam pertencer a grupos, com seus códigos, todas as outras gerações estão assumindo o que gostam. Se raspar o cabelo nas laterais era coisa dos anos 80, agora vem nos 2000 com uma diferença apenas e por ai vai. Cinquentões usando camisetas estampadas com motivos jovens, quarentões fazendo tatuagens, trintões colocando brincos nas duas orelhas, negras parando de fazer as péssimas chapinhas para assumir cabelos mais armados, jovens heteros depilando o corpo todo com cêra, topetinho no cabelo que era exclusivamente gay toma conta dos heteros, pernas femininas de fora vestidas com botas e shorts curtos, barrigas “outdoor”, brincos grandes , acessórios gigantes no pescoço, lápis no olho ganham o dia. Os bonés definitivamente ganharam as cabeças masculinas, assim como os braceletes de couro, enquanto as havaianas ganharam os pés de diferentes classes sociais. E o mais legal é que encontramos tudo isso nos supermercados, feiras, shoppings, cinemas, padarias, bares, calçadas e dentro de nossas casas. É o novo brilho do dia em um mix que definitivamente agrada, uma democracia sem o peso do termo. É divertido ver as regras indo por comportamento abaixo. O que você achava que era diferente já não é, o que você achava que era gay já não é, o que você achava que era careta já não é. Que maravilha isso. É mix, vambora em plena luz do dia!



Série Skins, inspira jovens saindo da adolescência e outras gerações.



Personagens da série inglesa SKINS são reflexos da moda nas ruas

Ruas de São Paulo: 
Paulistanos invadem as ruas em pleno dia trazendo tatuagens, chapéus, acessórios, cortes de cabelo diferenciados e personalidade.


















(por Vitor Costa)
 
MMORPG Games - MMORPG List - Video Game Music